Talvez fossemos muito mais resplandecentes - e com resplandecentes digo giros e disponíveis a aventuras rejuvenescedoras - se a semana tivesse seis dias e o fim-de-semana três.
Reparem: se a cada dia do, tão amado, fim-de-semana desanuviarmos o moimento de dois terríveis dias úteis, ficaremos sempre com um défice de descanso. Tal não aconteceria com a minha perfeita fórmula do 6/3=2. Três dias de fim-de-semana, cada um a contabilizar ócio de dois dias e seria o suficiente para seis estafantes dias activos.
Dias, dias e dias!
Por alguma razão a sexta-feira é sempre tão complicada (sobre isto poderia fazer uma pequena correcção que, apesar de me levar a sítios obscuros, iria dar imenso gozo em relatar. Talvez as sextas-feiras não sejam assim tão medonhas quando passadas no chamado ron-ron do aconchegante lençol).
Bom, mas não será, certamente, sobre lençóis e sextas-feiras que eu vos falarei aqui (e, mesmo que, ocasionalmente, aconteça não será de forma descarada ou obvia), neste espaço que de novo só terá um ou outro seguidor.
Devo ainda uma explicação para o “Ao desbarato – mesmo quando é muito bom” mas, sobre isso, assentarei linhas em dias úteis, porque fim-de-semana não serve para desmistificar problemas.
Beijinho, beijinho.
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