quarta-feira, junho 29
sábado, junho 25
sexta-feira, junho 24
esk_tr0jan
Damos quedas, dizemos palavrões, choramos, bebemos muito, falamos, calamos... Mas queremos ter sempre perto de nós quem mais amamos. Parabéns assim ao companheiro de muitos palavrões e que mais pelos seus 23 aninhos!
<3
<3
quarta-feira, junho 22
segunda-feira, junho 20
Isto não é uma mensagem críptica
1) A minha mãe sempre me disse que teria de engolir muitos sapos durante toda a minha vida...
2) As mães têm sempre razão!
1 relaciona-se com 2.
P.S.: Até a tua mãe tem razão! =P
domingo, junho 19
terça-feira, junho 14
segunda-feira, junho 13
Mas, por vezes, agradecemos quase a Deus por não dizermos essas tais coisas. Assim, nos momentos de desilusão, fica, pelo menos, o agrado de não se sentir necessidade de voltar atrás.
Bom... Sempre foi complicada esta vida. Pena sermos levados para ela sem que queiramos racionalmente.
Só não é confortável é a dissonância entre o não querer racional e o fazer emocial.
Blablabla...
domingo, junho 12
sábado, junho 11
Sobre batatas
Doutos senhores em amorologia dizem que só amamos verdadeiramente quando somos correspondidos.
E eu senti-me no dever de vos passar a mensagem.
ex post:
Os mesmos (ou outros quaisquer) dizem que, quase sempre, hierarquizamos mal os nossos conceitos da pirâmide do amor. Ora, na realidade - espante-se - o Adorar significa bem mais do que o Amar! (basta aqui pensar no adorar a Deus...)
E efetivamente caímos sempre no desconforto de pensar que amar só pode vir depois do adorar. O que torna a coisa fodida para muita gente...
- Resta-me acrescentar que a minha missão aqui é pura e simplesmente passar a mensagem.
sexta-feira, junho 10
Útilidade questionável
Ainda não percebi bem qual é a minha onda quanto a ser ou não menininha. Sim, detesto comer camarões com as mãos... Mas faço coisas bem menos higiénicas...
"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto.
Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.
Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. (...)
Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós." (Alvim)
quinta-feira, junho 9
ZOOOOOOOOOOMBIE!
Ora é vício no sujeito, no objeto, no procedimento, na forma, no conteúdo, no fim... Para isto mais valia não ter produzido ato administrativo nenhum, damn!
É de realçar que temos de saber a invalidade do vício no sujeito, no objeto, no procedimento, na forma, no conteúdo, no fim... E que temos de saber os efeitos da anulabilidade ou da nulidade... (e a nulidade nem tem os mesmo trâmites que no direito civil!)
E que o sujeito tem requisitos, e o objeto tem requisitos, e o procedimento tem inumeras fases e inúmeros princípios, e que a forma tem de ser verificada ou não, mas com fundamentação, e que o conteúdo tem requisitos, e que o fim tem requisitos, nos pressupostos concretos ou nos pressupostos abstratos... E ...
E que para além disto há toda uma panóplia de coisas para saber sobre o regulamento e sobre o contrato administrativo...
Porque é que em vez de Admistrativo II não se dava, sei lá, Constitucional III...? Ou até mesmo Economia III... Ou Teoria III...BAAAAAAAAAAAH válido mas ineficaz!
Assusta-me o silêncio do teu quarto. E o silêncio dos teus olhos.
Olhos não falam, bem sei. Mas o teu quarto também nunca está em silêncio...
Assusta-me o ruído do meu quarto. Eu que tento mante-lo sempre silencioso...
E assim se mantém hoje. Insuportavelmente mudo, morto. Frio.
Frio. Nunca será frio o teu quarto.
Nem os teus olhos.
quarta-feira, junho 8
Eu cá acho que anda gente por este mundo fora a amar geral e abstratamente. Algueins indeterminados e em situações inconcretas.
E parece-me que isso não passa de um tremendo fail. Tal como aqueles putos que passam a vida a masturbar-se em frente ao pc e quando chega a derradeira altura de fazerem amor com parceiras não conseguem ter uma ereção.
E para deixar este post ainda mais sem nexo, posso falar aqui do investimento da Bárbara! Talvez se começarmos a trata-lo como tal a coisa resulte! Cientificamente comprovado! :P
Adeus aos meus amores.
xD
Uma centena de dias depois começam a doer-te as articulações por falta de exercício físico diário.
Se calhar começava a fazer a coisa de forma diferente... Às tantas nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito.
E juro que tenho a maior das curiosidades quanto ao impacto físico de um grande acidente de viação. Não tenho tendências suicidas ou coisa do género, mas a verdade é que sempre que faço viagens maiores me imagino a espetar contra um daqueles separadores de vias. Talvez seja por isso que não entendo como pessoas dizem ser o carro o sítio onde melhor estruturam os seus importantes raciocínios, ou que vão dar uma volta de carro quando precisam de pôr as ideias em ordem... Eu, enquanto conduzo fora de localidades, não consigo manter nada na cabeça por mais de 30 segundos. Claro está, sou uma condutora exemplar que não desvia o olhar acutilante da estrada, dos espelhos, dos carros... xD
Dou então por defraudada a minha romântica e velha ideia sobre os longos e profícuos monólogos ao volante do carro...
Arrisco-me a dizer que a situação quase se assemelha ao ato de fazer amor: por mais alerta que estejas sobre tudo que se passa no momento, à tua volta, vais estar sempre concentrada numa só coisa. É impossível chegares ao destino se tirares os olhos da estrada. xD
terça-feira, junho 7
segunda-feira, junho 6
domingo, junho 5
A maneira mais simples de delirares com os blogs dos teus amigos é consultares, diariamente, posts de há meses e meses atrás. E com delirante quero dizer...!
Comecei um longo caminho de comentários "Este será um post intemporal"!
Façam isso no vosso próprio blog e vejam a quantidade de letras que continuam a fazer sentido, no presente. Ou não.
E esta é mais uma postagem de utilidade oculta.
Beijinhos e abraços, meus doces amigos!
sábado, junho 4
sexta-feira, junho 3
quinta-feira, junho 2
quarta-feira, junho 1
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