Se levarmos a vida como uma sinfonia de inúmeros movimentos, cheia de agudos e graves, magnífica, triste, apaziguadora, inquietante, rápida e calma, suave ou agressiva, vamos, a certa altura, entender que a final vale a pena toca-la, ouvi-la, senti-la, olha-la de fora e ver quão bela é.
Seria este um bom exemplo de um movimento da minha vida.
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