terça-feira, fevereiro 8

Querida Marina,

Venho por este frágil meio comunicar-te a minha insatisfação com o teu comportamento. Sabes perfeitamente que detesto estar sozinha nesta casa de Coimbra e, ainda assim, insistes em deixar-me aqui, triste, sem ninguém para me fazer não querer mais comer arroz... Tens a obrigação de fazer com que, eu, tua querida e adorável madrinha, esteja sempre bem, feliz, satisfeita. 
Posto isto, aguardo companhia até sexta.

Beijos, 

Cláudia Figueiredo

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