Querida Marina,
Venho por este frágil meio comunicar-te a minha insatisfação com o teu comportamento. Sabes perfeitamente que detesto estar sozinha nesta casa de Coimbra e, ainda assim, insistes em deixar-me aqui, triste, sem ninguém para me fazer não querer mais comer arroz... Tens a obrigação de fazer com que, eu, tua querida e adorável madrinha, esteja sempre bem, feliz, satisfeita.
Posto isto, aguardo companhia até sexta.
Beijos,
Cláudia Figueiredo
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